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Engenheiros que inventaram um sutiã que se transforma rapidamente em uma máscara de gás e patologistas que determinaram que garrafas de cerveja podem rachar seu crânio são algumas das invenções e pesquisas vencedoras do IgNobel de 2009, cuja cerimônia ocorreu na noite desta quinta-feira (1º).
Paródia do prestigiado prêmio Nobel -dado anualmente, em Estocolmo e Oslo, a pesquisadores e profissionais que se destacaram em determinadas áreas -, o IgNobel elege as pesquisas mais inusitadas. A premiação é patrocinada por uma revista de humor da Universidade de Harvard, a Annals of Improbable Research (ou “Anais da Pesquisa Improvável”), e co-patrocinada pela Harvard-Radcliffe Science Fiction Association, Harvard-Radcliffe Society of Physics Students e a Harvard Computer Society.
O prêmio de saúde pública foi para a equipe de Elena Bodnar, de Hinsdale, Illinois, que desenhou e patenteou um sutiã que pode ser convertido rapidamente em duas máscaras de gás: uma para a usuária do sutiã e outra para alguém próximo que estiver em apuros.

A polícia da Irlanda venceu o prêmio de literatura por emitir mais de 50 multas de trânsito para um visitante assíduo –e apressadinho- chamado Prawo Jazdy. Em polonês, o “nome” significa “licença de motorista”.
O patologista Stephan Bolliger e sua equipe da Universidade de Berna, na Suíça, ganharam o prêmio por um estudo que fizeram para determinar se uma garrafa de cerveja vazia causa mais ou menos danos ao crânio humano do que uma cheia em uma briga de bar.
“Ambos são suficientes para quebrar o crânio. Contudo, os vazios são mais resistentes”, disse Bolliger, por e-mail. Isso ocorre porque a pressão da cerveja faz com que a garrafa cheia exploda rapidamente.
Gideon Gono, diretor do Banco de Reserva do Zimbabué, país que luta para combater a hiperinflação, ganhou um prêmio “por permitir que as pessoas lidem de maneira simples e cotidiana com uma vasta gama de números”. Isso porque seu banco imprime notas com valores que variam de um centavo a 100 trilhões de dólares do Zimbábue.
O prêmio de economia foi dado a gestores dos bancos Kaupthing, Landsbanki, Glitnir Bank e Banco Central da Islândia, “por demonstrarem que os bancos pequenos podem ser rapidamente transformados em grandes bancos, e vice-versa”.
Donald Unger, da Califórnia, foi homenageado por uma experiência feita ao longo de sua vida. Durante 60 anos, ele estralou as juntas da mão esquerda, mas nunca as da direita, para provar que o hábito não causa artrite.
Outros agraciados foram agricultores que provaram que nomear vacas faz com que elas deem mais leite e um cientista que calculou que as mulheres grávidas não caem.
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Alunos da universidade de Cornell, nos Estados Unidos, desenvolveram uma máquina que detecta e analisa puns.
Segundo o site da revista “Popular Sciense”, Robert Clain e Miguel Salas tiveram a ideia de criar o equipamento depois de uma aula sobre como funcionam os bafômetros.
Os alunos de engenharia da computação usaram um monitor sensível a sulfato de hidrogênio, um termômetro e um microfone ligados a um software que classifica a emissão.

A nota do pum, em escala de zero a 10, é baseada em três pilares: cheiro, temperatura e som. De acordo com os criadores da máquina, o mais crítico é a temperatura – quanto mais quente, mais rápido ele se espalha pelo ar.
Depois de alguns meses de elaboração, a invenção já foi testada pelos estudantes. Eles garantem que a engenhoca tem utilidade fora dos alojamentos de alunos, como sensor de bactérias que produzem sulfato de hidrogênio em hospitais e até mesmo para medir mau hálito em consultórios de dentista.
Veterinários também já demonstraram interesse. “Você pode testar saúde do gado pela qualidade de seus puns. Cheiro e som podem dizer muito sobre seus movimentos intestinais”, disse Clain.

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A gente acha que já viu de tudo nessa vida, mas sempre acaba se surpreendendo!
Dê uma olhada nesses barcos criados por poloneses para disputar prova em um rio. Os participantes mostraram criatividade na criação de seus barquinhos. As regras eram que os barcos não podiam ter motor e tinham que percorrer 400 metros.




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Membros de um clube de automóvel na cidade de Xuchang, na província de Henan (China), transformaram ônibus em um bar, que tem o formato da letra ‘k’.

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Você já parou para pensar como seria a vida sem papel higiênico? Tão simples e tão salvador. Pois saiba que ele é uma invenção recente. O papel foi inventado na China há mais de mil anos. Mas, do modo como o usamos hoje, em forma de rolo e razoavelmente macio, o papel higiênico só surgiu no século 19, nos Estados Unidos.

Antes dele, os recursos variavam conforme a condição social do indivíduo e a situação de momento. Já foram usados para esse fim lã, sabugo de milho, musgo, gravetos e até pedras, além de uma infinidade de alternativas. Hoje, eles fazem parte da vida de bilhões de pessoas. E os modelos, tradicionalmente brancos, começam a ousar nas estampas.

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Esse japonês, Kenji Kawakami, é fundador da Sociedade Internacional de Chindogu (cuja palavra é traduzida por ‘ferramentas estranhas’), mostra em Tóquio seus novos inventos, coloquei acima os considerados mais bizarros: óculos com funis concebidos para facilitar o uso de colírios, engenhoca na cabeça que fornece lenços higiênicos e também um despertador dotado com pinos pontiagudos para evitar que um dorminhoco consiga desligá-lo.
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